segunda-feira, 24 de setembro de 2012

E tu? Continuas a ACREDITAR?

Já publicamos as 4 participações contempladas com uma pulseira BELIEVE.
Mas como os testemunhos que nos enviarem nos tocaram tanto e ACREDITAMOS que poderão tocar outras vidas, vamos publicà-los as todos.
Entretanto, se ainda não têm uma pulseira BELIEVE fiquem a saber que, a pedido da APCL, a De Fio a Pavio criou uma EDIÇÃO ESPECIAL DE PULSEIRAS BELIEVE – COLECÇÃO VIDA – para assinalar o Dia Internacional de Sensibilização para a Leucemia Mielóide Crónica. 
São uma edição limitada, custam à mesma 5€ e podem comprar-se aqui.

sábado, 22 de setembro de 2012

Eduardo Sá reiventa os direitos da criança


1. As crianças têm direito a brincar todos os dias.
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr brincar a rimar com aprender). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais. Brincar só ao fim de semana não é brincar: é pôr uma agenda no lugar do coração.

2. As crianças têm direito a exigir o brincar como o principal de todos as deveres.

As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula: «primeiro, fazes os deveres e, depois, brincas», tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.

3. As crianças têm direito a unir brincar com aprender.


Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga a imaginação com tudo o que se aprende. Quem não brinca imita, repete, fábula, falseia ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!

4. As crianças têm direito a não saber brincar.


Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: inventa-se, descobre-se, deslinda-se, desvenda-se. Brincar é confiar: no desconhecido, no que se brinca, com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.

5. As crianças têm direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.


Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar. Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos, e com tudo mais que entendam, por mais que sejam não sejam objectos convencionados para brincar. Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos de mãos brinca-se de menos.

6. As crianças têm o direito a desarrumar todos os brinquedos...


(e a arrumá-los, de seguida, com um toque… pessoal). Têm direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar. Não há, por isso, brinquedos maus! A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.

7. As crianças têm direito a brincar para sempre.


A Infância nunca morre: apenas adormece. E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, que não há crianças se não houver brincar.


Eduardo Sá



{retirado daqui}

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Regresso às aulas - Os 7 hábitos mais Irritantes das crianças


1. Não responderem quando os chamam
Foi o Hábito Irritante mais votado, o que prova que as mães andam mesmo a sofrer com isto. E não é para menos. “Ó Pedro, apanha o teu casaco do chão. Pedro apanha o teu casaco do chão. Pedro já te disse dez vezes que apanhasses o casaco do chão….” “Parece que a sua criança desenvolveu um caso de surdez seletiva”, comenta Elizabeth Bangley, “treinadora de pais” e autora de 8 livros sobre educação infantil, no livro ‘The Dictionary of 1000 Parenting Tips’ (Dicionário das 100 ideias sobre educação’). “Parece que tem algodão nos ouvidos, mas se lhe sussurrar ‘vamos comer gelado’, é espantoso como fica logo curado!’
Como resolver: Em primeiro lugar, prevenção: toque-lhe no braço, olhe-o nos olhos e diga ‘quando chamo, quero que venhas’, sugere Elizabeth. “Não lhe grite à distância de três salas ‘vamos lá embora!’” Faça um pedido curto e grosso: à hora de deitar, se fizer um discurso de dez minutos sobre a importância do sono, não espere que ele fique imensamente sensibilizado e se ponha imediatamente de pé. “Pedro, cama” basta. E acima de tudo, se não quer repetir a mesma coisa dez vezes… não a diga dez vezes. Se ele souber que lhe vai pedir a mesma coisa dez vezes e o pior que lhe vai acontecer a ele é ouvir a sua voz, não se admire que o ar de aluado continue. Habitue-o a ouvir à primeira, fazendo saber que há consequências. Ele não ouve à segunda? Aplique-as imediatamente. Pode dar trabalho à primeira vez, mas à segunda pode crer que já fez o milagre de lhe curar a surdez. E não se esqueça de elogiar quando ele começar a responder à primeira…

2. Atirarem-se para o chão do hipermercado
Quem pensa que a birra típica estava fora de moda, enganou-se: voltou em força, tal como os anos 80, e alcançou logo o nº2 da tabela. Aqui todos os pediatras e psicólogos são unânimes: não lhe dê o que ele quer. Claro que a teoria também a sabemos, mas aqueles uivos são o resultado de milhares de anos de evolução especialmente pensada para fazer em marmelada o coração de qualquer pai ou mãe, e é muito difícil não ser atingida pelos estilhaços da ‘bomba’.
Como resolver: Em primeiro lugar, o que não fazer: não encetar conversações com o Inimigo, porque, como qualquer general lhe dirá, nenhum Inimigo a meio da guerra  está em estado de dialogar. Não dar bofetada a Inimigo nem dizer “vês os outros meninos a chorar?”: só fará Inimigo chorar mais alto. Se puder, leve-o (com calma) para um canto onde passe menos gente (o dos artigos para animais costuma fazer sucesso, é sossegado e tem coisas com guizos). Se não puder, tente distrair Inimigo: se a guerra não for de mísseis, qualquer coisa funciona, até as chaves. Se tiver à mão, dê bolacha ou água a Inimigo. Se Inimigo já não estiver em estado de ser distraído nem alimentado, deixe-o espernear até se cansar. Não se envergonhe: já toda a gente fez uma birra na vida e os outros pais vão estar solidários. Enquanto espera, pode rever a lista de compras. Rezar ao deus das Trovoadas. Ligar à sua melhor amiga. Contemplar foto do Inimigo em estado normal para se lembrar como era. Quando o Inimigo acalmar, faça como se nada se tivesse passado. Não ralhe, não pregue sermões, não explique, e ande para a frente. Se for caso disso, arrume o corredor e pague os estragos.

3. Dizer que não gostam quando nunca provaram
A medalha de bronze vai para outro clássico, desta vez um clássico alimentar: mal olharam para as ervilhas e já estão a torcer-se todos. Um famoso pediatra e psicanalista inglês, Donald Winiccott, fez um dia esta experiência: colocou à frente de um bebé um objeto brilhante e chamativo. O bebé fez o que todos os bebés fazem: observou aquilo durante algum tempo, e depois meteu-o na boca. Em seguida, Winiccott pediu à mãe do bebé que lhe pusesse o objeto na boca sem o deixar observar primeiro: o bebé recusou-o imediatamente. Conclusão: as crianças têm de desejar primeiro.
Como resolver: Nem fale nisso. Se disser “Tens de comer cenouras, que fazem muito bem aos olhos” só vai causar mais stresse. Vá apresentando alimentos novos sem comentários, de preferência na refeição em que ele tem mais fome. Não stresse se ele não comer logo os brócolos à primeira, não obrigue a comer e não faça comentários sobre o nariz torcido: continue a pô-los na mesa e no prato. “Muitas vezes são fases passageiras em que as crianças nos estão a desafiar, e ganham normalmente, pois vamos dando outras coisas que elas querem”, nota o pediatra Luís Pinheiro. O ideal é manter a calma. Não a encha de bolachas e leite, e não a distraia a ler-lhe as aventuras do Noddy: “Termine a refeição não dando mais nada, e volte a tentar a mesma comida nas refeições seguintes”. Claro que, se disser ‘ai que bem que os espinafres fazem aos ossos’ mas depois a família inteira se atirar à pizza, ele vai concluir que de facto as palavras não se adequam à realidade. Daqui a 20 anos pode ter um filósofo na família, mas será um filósofo muito pouco dado ao mundo dos vegetais.

4. Não largarem a playstation
Outro clássico, ex-aequo com ‘não largam o telemóvel’. O pior é que é um clássico que nos dá jeito: tê-los quietinhos, sentadinhos e em sítio conhecido é o sonho de qualquer pai ou mãe desde a pré-história. Depois queixamo-nos que eles são uns cromos da playstation, ou preocupamo-nos porque podem andar a ser aliciados por membros da Liga Pedófila Belga no Facebook. Ninguém entende os pais…
Como resolver: Se ele já é pré-adolescente, mentalize-se: é normal que queira passar cada vez menos tempo com a mamã e o papá, mesmo que isto implique estar no quarto com o computador… “Para que esta tendência também não vá longe demais, não faz mal exigir-lhe que esteja presente em algumas refeições e atividades familiares”, explica a psicóloga Jean Walbridge, diretora do quase lendário sitewww.parentyouradolescent.com. “Se acha que ele passa demasiado tempo ao computador, estabeleçam juntos um limite, mas não estabeleça como alternativa que ele passe tempo com a família… Além do que já indicámos (tarefas caseiras, presença em algumas refeições, algumas atividades familiares) deixe-o fazer o que quiser com o tempo que não passa ao computador.” Claro que, se começar já desde pequenino a limitar o tempo internético (não mais que uma hora) depois será mais fácil. E ainda mais fácil se houver qualquer coisa divertida para fazer longe do computador…

5. Quererem vestir roupa inadequada
Estava mesmo à espera desta, não era? Claro que na palavra inadequada cabe um mundo de originalidades mais ou menos, enfim, originais: desde querem ir de manga curta e minissaia em pleno fevereiro até fazerem finca pé porque o seu sonho é aparecerem na escola vestidinhas de bailarinas dos pés à cabeça, até à maquilhagem que transforma uma rapariga absolutamente normal na mãe da Família Addams ou à t-shirt que já passou 15 dias no mesmo corpo, cabe tudo.
Como resolver: Segundo o pediatra francês Aldo Naouri (lembram-se dele?), na roupa das crianças mandam os pais, na roupa dos adolescentes mandam os adolescentes. Pronto. Agora façam o que quiserem, mas depois não digam que não avisámos… Enfim, o facto de os adolescentes mandarem na roupa deles não quer dizer que os pais não tenham o direito de dar a sua opinião, porque afinal estamos num país livre.

6. Imitar as nossas falhas
Ver uma cópia de nós com menos 7 palmos, de dedo espetado e sobrolho franzido, a ralhar num tom exatamente igual ao nosso: “Já-te-disse!” ou “Ai ai ai, não há pachorra para te aturar!” provoca-nos um misto de vontade de rir e vergonha. Ainda por cima porque sabemos que não há espelho mais fiel. Nós somos assim, afinal? Nós, que nos orgulhávamos de ser uma mãe perfeita, um modelo de virtudes, um exemplo de pedagogia? Nós, aquele dedo espetado, aquele tonzinho irritante? E assim de repente, além de nós, ela lembra-nos mais alguém… ahhhhhh! A nossa mãe!
Como resolver: Heeee…. Pois, aqui tem que resolver a coisa é consigo, não é…

7. Acharem que são o centro do mundo
Nenhum filho merece que a mãe viva para ele. “As mulheres mais infelizes são as que desistiram da sua felicidade e andam na vida como robôs, conseguindo levar a cabo um número inacreditável de tarefas, tanto em casa como no trabalho, sem disso retirarem grande alegria”, afirma Cathy Greenberg, autora de ‘O Segredo das Mães Felizes’ (Academia do Livro). Se reconhece o retrato, não é a única. Ainda vamos muito a tempo de fazer mais uma resolução de princípio do ano: ser uma mãe mais virada para si própria. Como dizia o Rui Zink, “os filhos precisam de pais egoístas”. E quando eles se tornam o centro absoluto do nosso mundo, é sinal de que o nosso mundo se tornou, de repente, demasiado pequeno… Além disso, nenhum filho aguenta esse peso às costas.
Como resolver: Mais uma vez, aqui o trabalho é nosso e não deles. Mas temos absolutamente de tirar algum tempo por dia para nós, e essa não pode ser a prioridade nº1472. Como, se o dia já está esticado ao máximo da sua resistência? Cada pessoa é que vê aquilo que é e não é imprescindível. Imagine que vai carregada com um peso que não pode suportar. O que é que pode deixar cair pelo caminho? O que é que pode deitar à água para o barco flutuar? A casa arrumada? A roupa engomada? E se puser as crianças a ajudar? Investigue. Encontre outra vida que não os filhos. E não deixe que lha tirem.


(Ler mais: http://activa.sapo.pt/criancas/criancas/2012/07/17/os-7-habitos-mais-irritantes-das-criancas#ixzz26ikXLPr2)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Regresso às aulas - Dificuldades escolares


O Porto foi alvo de um rastreio, com a finalidade de avaliar a presença de  dislexia em crianças e jovens em idade escolar. O estudo revelou a existência de uma elevadapercentagem de crianças com dificuldades escolares acentuadas.
Dos participantes, cerca de 80% apresentavam algum tipo de dificuldade escolar, desde problemas de leitura, a problemas na escrita, ou outras lacunas diretamente associadas ao insucesso escolar.
O estudo que resultou da ação de rastreio, contou com crianças dos sete aos 16 anos, e foi realizado através de inquéritos aos pais e às crianças e de uma avaliação técnica. No final, concluiu-se que, 44% dos inscritos no rastreio apresentavam sintomas de dislexia.
À partida, mais de metade dos pais que levaram os filhos ao rastreio de dislexia percecionavam já uma dificuldade escolar das crianças - 66% revelou preocupação relativamente a dificuldades de escrita dos filhos. Na maioria dos casos, esta perceção, por parte dos pais, teve início logo no primeiro ano de escolaridade. No entanto, apenas quatro crianças tinham sido retidas ao longo do percurso escolar e, no que respeita à procura de ajuda especializada, apenas os pais de seis crianças já tinham procurado apoio profissional. 
Dos testes criados especificamente para este rastreio, as técnicas conseguiram aferir que mais de metade das crianças - 16 - trocavam as letras enquanto liam e 18 apresentavam dificuldades de interpretação e compreensão das frases.
O estudo permitiu ainda verificar a existência de problemas emocionais na maioria das crianças rastreadas: de acordo com a perceção dos pais 79% dos filhos apresentavam perturbações durante o sono; em 55% dos casos os pais consideraram o filho como uma criança nervosa, que não consegue estar sossegada (43%) e 25% apresenta já sintomas físicos que podem estar associados ao insucesso escolar, como por exemplo, dores de cabeça sem explicação. De acordo com a psicopedagoga e especialista em insucesso escolar Maria Amélia Dias Martins, "estes são alguns dos sinais que nos indicam que estamos perante uma dificuldade escolar acentuada, que leva ao insucesso escolar repetido e que, se não tratada a tempo, pode acarretar problemas emocionais graves".
A ação de rastreio efetuada faz parte de um projeto-piloto, sendo que o próximo passo é a realização de mais ações de forma a sensibilizar o maior número possível de pais para a problemática das dificuldades escolares acentuadas e do insucesso escolar.


(Ler mais: http://activa.sapo.pt/criancas/criancas/2012/08/22/cerca-de-80-das-criancas-entre-os-7-e-os-16-anos-apresentam-dificuldades-escolares-acentuadas#ixzz26ik2wLBJ)

E tu? ACREDITAS?

A pedido da APCL a De Fio a Pavio criou uma EDIÇÃO ESPECIAL DE PULSEIRAS BELIEVE – COLECÇÃO VIDA – para assinalar o Dia Internacional de Sensibilização para a Leucemia Mielóide Crónica. 
APCL  quer chamar a atenção para este dia e convida todos a celebrar de forma especial a vida num evento aberto que decorrerá na tarde do dia 22 de Setembro no Centro Comercial Oeiras Parque.
Para além de um evento que promete muita animação, poderá escolher ao vivo e a cores a sua pulseira BELIEVE. 
Se não puder estar presente, mas quiser unir-se a esta causa, poderá fazer a encomenda da pulseira BELIEVE em http://apcl-believe.rhcloud.com/1-encomendar-pulseiras/celebra-a-vida-2/
O preço de cada pulseira é 5€ já com portes de correio incluídos para Portugal.
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