quarta-feira, 26 de setembro de 2012

As refeições mais saudáveis por menos de três euros

Os especialistas estão todos de acordo: comer mais barato não é igual a comer pior. Se só acredita que seja verdade vendo com os seus olhos, então este artigo é para si: a SÁBADO consultou três nutricionistas e pediu a colaboração de três chefs para saber quais são as melhores estratégias para poupar, fazendo pratos baratos sem comprometer a qualidade nem o equilíbrio saudável das refeições.
Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas, diz que os alimentos mais caros nem sempre são os mais saudáveis. Alguns são até muito desequilibrados e excessivamente calóricos, como é o caso das sobremesas. “Uma refeição pode ser suficiente em calorias, mas apresentar carências de nutrientes”, explica.
A nutricionista Paula Veloso aponta vários exemplos em que é fácil poupar nas compras de supermercado. “Pode optar por alimentos congelados, pois são mais baratos e não têm desperdício.” A especialista diz que as sanduíches podem ser uma “excelente forma de comer fast food saudável e barata e constituem pratos completos”. E salienta que, antigamente, o pequeno-almoço era constituído por leite e pão. Hoje, muitas pessoas não tomam o pequeno-almoço em casa mas sim num café. “O pão, não raras vezes, é substituído por um bolo que equivale a três ou quatro pães em termos calóricos e que custa tanto como sete a oito pães comidos em casa”, diz. Ou seja, esse bolo equivale a cerca de sete pequenos-almoços feitos em casa. “Nos sete bolos estará a ingerir cerca de 2.700 calorias, nos sete pães apenas 980.”
Mais: um litro de leite dará para quatro copos, mas o seu preço não chega para pagar “a meia de leite” (menos de um copo de 240 ml) no café. “Os cinco dias de pequeno-almoço constituído por um pão com manteiga e meia de leite no café davam para pagar 30 dias de pequeno-almoço em casa.”
As crianças são vulneráveis a estes maus hábitos. “Comem bolos e donuts ou bolachas cheias de açúcar e gordura que acompanham com refrigerantes sem nutrientes indispensáveis à saúde e a que os pais chamam ‘sumo’. São caros e maus.” Como boas opções, aponta o leite ou o iogurte, uma peça de fruta, pão ou bolachas pouco doces, digestivas, com azeite em vez de manteiga, frutos desidratados, como uvas, passas, ameixas secas, dois ou três figos secos com nozes – tudo opções saudáveis e por norma mais baratas. Outro trunfo é a sopa, que deve ser incluída nas refeições principais. “Ao iniciar a refeição com a sopa, está a ingerir uma quantidade elevada de nutrientes protectores do organismo, assim como a controlar o apetite”, diz Alexandra Bento.
Também neste caso a psicologia é um ponto a ter em conta. “Não se deve ir às compras com fome, pois é muito mais difícil controlar os impulsos e acaba-se por comprar alimentos desnecessários”, diz a bastonária. E avisa: “Não se deve deixar passar muito tempo entre uma compra e outra, pois tende-se a comprar mais produtos supérfluos.” Deve ler-se com atenção os rótulos, uma vez que alguns supermercados apresentam os preços marcados por quilo e na realidade as embalagens podem ter uma quantidade de produto superior. Também é aconselhável comprar fruta e legumes da época, não só porque os preços são em geral mais acessíveis, mas também porque têm mais vitaminas do que os importados de longas distâncias.
A carne e o Peixe, fontes de proteínas essenciais, são dos produtos mais caros no cabaz alimentar, mas também aqui é possível poupar. O frango e o peru são geralmente mais baratos e nutricionalmente até mais equilibrados do que a carne de vaca, que possui maior índice de gordura. Nos peixes, há várias espécies baratas, como a pescada, a sardinha e a cavala, com um excelente valor nutricional. “Os ovos são os melhores e mais baratos fornecedores de proteínas”, diz Paula Veloso. E um ovo custa apenas cerca de 20 cêntimos, em média. “A carne não precisa, nem deve, ser ingerida diariamente, porque é um factor de risco para doenças cardiovasculares e cancro, sobretudo o do cólon.” Um adulto deverá consumir a cada refeição não mais do que 100 a 120 g de carne ou peixe. “E muitas pessoas comem o dobro.”
Outra alternativa ainda mais em conta são as leguminosas secas ou em conserva (por exemplo feijão, grão-de-bico e ervilhas). “São baratas e excelentes fornecedoras de proteínas. Quando combinadas com arroz ou massa, constituem proteínas completas, podendo substituir a carne ou o peixe”, diz a nutricionista Beatriz Oliveira.
Outra dica de poupança é confeccionar quantidades ajustadas a cada refeição e ao número de pessoas, para que não sobre. “É uma regra essencial para economizar em dinheiro, calorias e recursos naturais.” Também a confecção de receitas simples e rápidas permite poupar tempo e reduzir o consumo energético. “Cozinhar demasiado os alimentos é um dos erros dos portugueses. Assim, perde-se sabor e nutrientes”, conclui o chef Luís Baena.



{retirado daqui}

E tu? ACREDITAS em quê?

Eu acredito num amor imenso, profundo e verdadeiro capaz de mudar a vida e que vêm quando menos se espera. 
Eu acredito todos os dias no sorriso do meu filho e na força que me dá . 
Eu acredito na minha força interior. 
Acredito que o sol e o mar são milagres da natureza. 
Acredito que o mundo seria melhor se houvesse mais respeito pelo próximo. 
Acredito que a vida é só uma e por isso não vale a pena lutar-mos por bens materiais, poder e dinheiro. 
Acredito na verdade. 
Acredito no Deus do amor. 
Nas diferenças que nos podem e devem unir. 
Acredito que um dia vou realizar o meu maior sonho
Acredito que a vida é uma dádiva preciosa. 
Acredito que ajudar o próximo é necessário e faz bem, muito bem à alma.

Maria - No mundo de Maria

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Regresso às aulas - Animais trazem alegria, qualidade de vida e saúde


A convivência com os animais traz tranquilidade e bem-estar às pessoas, demonstram pesquisas e estudos em todo o mundo. Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal e apresentador do programa “Missão Pet” no canal a cabo Nat Geo, vivencia de perto essa interação benéfica, escreve o Diário Digital. “Quando levamos cães a locais com pessoas doentes, em especial crianças e idosos, constatamos a alegria que trazem. A relação é muito diferente se há apenas humanos nas visitas”, relata Rossi.
O zootecnista lembra-se, em especial, de um golden retriever. “Era muito interessante, porque ele dava carinho e atenção à criança que parecia mais triste. Ficava ao lado dela e, aos poucos, ela começava a brincar.”
Rossi explica que, ao contrário dos visitantes que se comovem com as histórias e muitas vezes não conseguem dar força às crianças e velhinhos, os cães trazem leveza ao ambiente. “Eles brincam, fazem algo engraçado e proporcionam momentos de muita descontração.”
Para quem perdeu a capacidade de locomoção, por acidente ou até mesmo pela idade avançada, estar perto de um animal é realizar-se através dele. “Quando essa pessoa vê um cão a brincar e a correr, é como se fosse uma extensão dele”, analisa Rossi. Além disso, para quem quer emagrecer, ter um cão é uma excelente fórmula. Isto porque é necessário fazer passeios diários e assim, sem perceber, a pessoa está a exercitar-se. Sem contar que, no caminho, vai fazendo amizades e conhecendo pessoas novas.


{retirado daqui}

E tu? ACREDITAS em quê?


Eu ACREDITO que ao sermos expostos perante as adversidades da nossa vida, mesmo parecendo difíceis, conseguimos ver algo positivo e  reunimos forças que pensávamos não ter, ou que apenas os outros tivessem, ultrapassando estes momentos mais penosos.
Eu ACREDITO que a maior lição de vida me foi dada pela minha filha, que em 15 meses de vida nos provou ser forte, lutadora e ultrapassou tantas provas que lhe foram surgindo.
Eu ACREDITO que fui escolhida para sua Mãe, eu ACREDITO que tinha de ser sua MÃE e que ela tinha de ser minha FILHA.
Ela ensinou-me que o mais importante é o AMOR, e quando se ama não se vêm pormenores exteriores, com ELA cresci, aprendi, sofri, mas tornei-me uma pessoa muito melhor.
Eu ACREDITO que em tudo o que lhe aconteceu, poderia ter sido bem pior, e agradeço todos os dias por continuar comigo e me ensinar a ACREDITAR.


Lice - Era uma vez...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Regresso às aulas - Crise pode criar “crianças problemáticas”


A atual crise pode criar uma “geração de crianças problemáticas”, uma vez que as faixas etárias mais jovens “estão especialmente suscetíveis” aos efeitos da crise, avisou o presidente do Instituto de Educação da Universidade do Minho, citado pela agência “Lusa”.
Leandro Silva Almeida afirmou ainda que as “soluções circunstanciais” para os problemas financeiros atuais “podem comprometer seriamente o futuro emocional” das crianças portuguesas. Para este docente e investigador, atualmente em Portugal está-se a dar demasiada importância à “componente curricular” da educação infantil e a “descuidar” outras áreas com “tanta ou mais importância”.
Segundo Leandro Almeida, “a atual crise está a comprometer a educação”, embora admita ser “necessário fazer escolhas face aos constrangimentos financeiros”. O investigador chamou a atenção para as consequências do atual momento de crise que Portugal atravessa nas crianças de hoje, “jovens do amanhã”.
“A infância é uma das faixas etárias mais atingidas. Nesta altura os jovens estão especialmente suscetíveis aos efeitos vários de uma crise. Principalmente aos efeitos emocionais. O crescimento da criança não é só uma estimulação cognitiva”, apontou.
Leandro Almeida lembra que a educação passa também por “questões alimentares, jogos” e que, “num momento em que há poucos recursos, os pais, vivenciando com drama as situações diárias, têm pouca disponibilidade afetiva”. Desta situação, avisou o especialista, “pode advir uma geração problemática”, porque “os reflexos desta crise não se vão sentir só agora mas também mais tarde”. Daí, disse, “ser necessário refletir quais são as áreas estratégicas, e aquelas em que não é possível descurar ou eliminar recursos, sob pena de estarmos a comprometer o futuro do país para resolver um problema económico circunstancial de agora”.


{retirado daqui}
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