segunda-feira, 1 de outubro de 2012

E tu? ACREDITAS em quê?


Quando pensamos que temos o mundo todo
Não há mundo que caiba nas nossas mãos
Ele escapa rápidamente, tal como ele gira
Gira...encontramos algo no mundo
Perdemos esse algo, que embora nos seja por momentos preciso
A distância faz com que se torne supérfulo á vista de todos
Mas para nós existem momentos em que essa preciosidade surge
Para fazer relembrar esse ponto
A distância pode-se fazer curta ou longa
Conforme ela seja corporal, local etc
Adoarava abarcar essa distãncia
Conseguindo achar a preciosidade da vida
Completando-se com algo que já pensámos ter
Mas se calhar não tivémos
Perdendo-se por momentos curtos mas intensos
Capazes de provocar sentimentos sinceros
Podendo encarar a vida de outra forma.

Márcia


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

As refeições mais saudáveis até 2€

Estufado de pescada €1,14
Os legumes como o alho-francês, a cebola e a couve são ricos em antioxidantes que ajudam a prevenir o cancro. A pescada é um peixe magro e de fácil digestão.

Ingredientes
• Lombinhos de pescada 90 g (€1)
• Batata 120 g (€0,05)
• Alho-francês 20 g (€0,02)
• Curgete 20 g (€0,02)
• Cebola 15 g (€0,02)
• Couve-penca 20 g (€0,02)
• Azeite 5 ml (€0,01)
Tempere os lombinhos de pescada, co-za-os a vapor cerca de cinco minutos. Estufe a batata com o alho-francês, a curgete, a cebola e a couve. Sirva os lombinhos sobre a cama da legumes.



Lombelo de porco com alecrim e batata-doce €1,03
A batata-doce tem mais vitamina A, sódio, cálcio e fibra do que a batata convencional. O uso de ervas aromáticas, como o alecrim, é uma boa estratégia para reduzir a quantidade de sal nas receitas.

Ingredientes
• Batata-doce 120 g (€0,18)
• Lombelo de porco 90 g (€0,45)
• Alecrim 3 g (€0,19)
• Vinho branco 100 ml (€0,14)
• Cebola 40 g (€0,06)
• Azeite 5 ml (€0,01)
Tempere o lombelo de porco com sal e pimenta a gosto e toste-o ligeiramente na frigideira para o selar. Depois leve-o ao forno cerca de sete minutos a 180ºC. Coza a batata-doce com água e sal e asse a cebola no forno com vinho branco, a 180ºC, cerca de 30 minutos. Sirva o prato polvilhado com os ramos de alecrim.



Lombo de salmão com manjericão e tomate €1,20

O salmão é rico em ácidos gordos ómega 3, que ajudam a prevenir as doenças cardiovasculares. O manjericão contém magnésio, ferro, cálcio, potássio e vitamina C.

Ingredientes
• Salmão 100 g (€0,99)
• Tomate 100 g (€0,12)
• Azeite 10 g (€0,02)
• Batatas 100 g (€0,07)
Na picadora ou com a varinha mágica, triture grosseiramente um tomate, três folhas de manjericão e um dente de alho (ou alho em pó) com uma colher de sobremesa de azeite. Deite esse molho sobre o lombo de salmão previamente salteado numa frigideira. Leve ao microondas para completar a cozedura. Sirva com batatinhas com a pele e tomate-cereja. Opção: sirva com arroz branco.

Lombo de pescada com tomate e coentros €1,41
A pescada é pobre em gorduras e rica em proteínas. O tomate tem vitamina A e B e minerais.

Ingredientes
• Lombo de pescada 100 g (€1)
• Tomate 100 g (€0,12)
• Coentros 10 g (€0,16)
• Batatas 100 g (€0,07)
• Azeite 20 g (€0,06)
Corte o tomate em pedacinhos muito pequeninos, junte-lhe um molho de coentros picados e uma colher de azeite e misture. Coza a pescada e cubra-a com o preparado anterior. As batatas são cozinhadas com a pele, inteiras, no microondas durante 5 a 7 minutos (tem de picar a pele com uma faca para que não rebentem).
{retirado daqui}

E tu? ACREDITAS em quê?


O Amor. Eu, definitivamente, acredito no amor. Também menos não seria de esperar. Estou rodeada por casais com anos e anos de história (uns mais que outros, é certo) e que continuam a viver felizes e apaixonados. Tenho uma familia fantástica que sempre esteve presente quando mais precisei, que sempre mostrou que é nos piores momentos que a união e o amor vêm ao de cima e fazem (ainda) mais sentido! Tenho um namorado que, tendo todos os motivos para fugir, para ir e nunca mais voltar, continua ao meu lado e me diz que sou a mulher da vida dele, que tem sorte em me ter e ser amado por mim. Tenho amigos que dão sem exigir nada em troca, e isso deixa-me feliz... mesmo!
 
No fundo que é o amor que nos move. É o amor que nos faz ver o quão forte somos para superar tudo o que nos aparece pela frente. É o amor que nos faz saber lidar melhor com os problemas e não desistir à primeira. É o amor pela família, o amor pelos pais, o amor pelos amigos e pelo namorado, é o amor dos outros, é o amor pelo que fazemos, seja profissionalmente seja um hobby, é o amor pela partilha e pelas pessoas. É o amor pela vida. Independentemente dos contratempos. O amor faz-nos ver muito para além deles!
 
O amor é o (meu) caminho para a felicidade!



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

As refeições mais saudáveis até 1€

Sopa de Legumes €0,10
A sopa apresenta uma elevada riqueza 
nutricional e um baixo conteúdo energético.

Ingredientes• Couve branca 20 g (€0,01)
• Curgete 20 g (€0,03)
• Cebola 20 g (€0,03)
• Batata 20 g (€0,01)
• Cenoura 20 g (€0,02)
Refogue levemente a cebola com um fio de azeite. Junte água, a cenoura, a batata, a curgete e a couve branca no fim e deixe cozer. Triture tudo com a varinha mágica. Sugestão: sirva com legumes cozidos em cubos.


Perna de frango grelhada €0,60
O frango é um alimento rico em proteínas e com baixo teor em gordura, mas deve retirar-lhe a pele e as gorduras visíveis.

Ingredientes• Perna de frango 120 g (€0,36)
• Arroz 60 g (€0,06)
• Ervilhas 10 g (€0,01)
• Cenouras 15 g (€0,01)
• Alface 100 g (€0,16)
Tempere a carne com um pouco de sal e grelhe-a. Coza o arroz cerca de 10 minutos com água e sal q. b. e no fim junte as ervilhas e a cenoura previamente cozidas e cortadas em cubos. Sirva com uma salada de alface temperada a gosto.



{retirado daqui}

E tu? ACREDITAS em quê?

Eu acredito no amor. 
Aquele que nos transforma a vida, que faz mover montanhas, que nos tira o fôlego. 
Aquele pelo qual sofremos,mas que continuamos a batalhar. 
Porque vale a pena, porque para nós é perfeito e nos faz sentir únicas no mundo.
Acredito que nem tudo é perfeito para todos, mas há coisas que simplesmente são perfeitas se soubermos vê las. 

Se acreditarmos nelas. 
Se lhes dermos o devido valor.
Acredito que a vida não é tão complicada como fazemos crer. 

Basta sermos fortes e continuarmos a lutar, a descobrir novas maneiras de seguir em frente.
Há milagres todos os dias, em pequenos detalhes, basta estarmos atentos.


asduanaletra

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

As refeições mais saudáveis por menos de três euros

Os especialistas estão todos de acordo: comer mais barato não é igual a comer pior. Se só acredita que seja verdade vendo com os seus olhos, então este artigo é para si: a SÁBADO consultou três nutricionistas e pediu a colaboração de três chefs para saber quais são as melhores estratégias para poupar, fazendo pratos baratos sem comprometer a qualidade nem o equilíbrio saudável das refeições.
Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas, diz que os alimentos mais caros nem sempre são os mais saudáveis. Alguns são até muito desequilibrados e excessivamente calóricos, como é o caso das sobremesas. “Uma refeição pode ser suficiente em calorias, mas apresentar carências de nutrientes”, explica.
A nutricionista Paula Veloso aponta vários exemplos em que é fácil poupar nas compras de supermercado. “Pode optar por alimentos congelados, pois são mais baratos e não têm desperdício.” A especialista diz que as sanduíches podem ser uma “excelente forma de comer fast food saudável e barata e constituem pratos completos”. E salienta que, antigamente, o pequeno-almoço era constituído por leite e pão. Hoje, muitas pessoas não tomam o pequeno-almoço em casa mas sim num café. “O pão, não raras vezes, é substituído por um bolo que equivale a três ou quatro pães em termos calóricos e que custa tanto como sete a oito pães comidos em casa”, diz. Ou seja, esse bolo equivale a cerca de sete pequenos-almoços feitos em casa. “Nos sete bolos estará a ingerir cerca de 2.700 calorias, nos sete pães apenas 980.”
Mais: um litro de leite dará para quatro copos, mas o seu preço não chega para pagar “a meia de leite” (menos de um copo de 240 ml) no café. “Os cinco dias de pequeno-almoço constituído por um pão com manteiga e meia de leite no café davam para pagar 30 dias de pequeno-almoço em casa.”
As crianças são vulneráveis a estes maus hábitos. “Comem bolos e donuts ou bolachas cheias de açúcar e gordura que acompanham com refrigerantes sem nutrientes indispensáveis à saúde e a que os pais chamam ‘sumo’. São caros e maus.” Como boas opções, aponta o leite ou o iogurte, uma peça de fruta, pão ou bolachas pouco doces, digestivas, com azeite em vez de manteiga, frutos desidratados, como uvas, passas, ameixas secas, dois ou três figos secos com nozes – tudo opções saudáveis e por norma mais baratas. Outro trunfo é a sopa, que deve ser incluída nas refeições principais. “Ao iniciar a refeição com a sopa, está a ingerir uma quantidade elevada de nutrientes protectores do organismo, assim como a controlar o apetite”, diz Alexandra Bento.
Também neste caso a psicologia é um ponto a ter em conta. “Não se deve ir às compras com fome, pois é muito mais difícil controlar os impulsos e acaba-se por comprar alimentos desnecessários”, diz a bastonária. E avisa: “Não se deve deixar passar muito tempo entre uma compra e outra, pois tende-se a comprar mais produtos supérfluos.” Deve ler-se com atenção os rótulos, uma vez que alguns supermercados apresentam os preços marcados por quilo e na realidade as embalagens podem ter uma quantidade de produto superior. Também é aconselhável comprar fruta e legumes da época, não só porque os preços são em geral mais acessíveis, mas também porque têm mais vitaminas do que os importados de longas distâncias.
A carne e o Peixe, fontes de proteínas essenciais, são dos produtos mais caros no cabaz alimentar, mas também aqui é possível poupar. O frango e o peru são geralmente mais baratos e nutricionalmente até mais equilibrados do que a carne de vaca, que possui maior índice de gordura. Nos peixes, há várias espécies baratas, como a pescada, a sardinha e a cavala, com um excelente valor nutricional. “Os ovos são os melhores e mais baratos fornecedores de proteínas”, diz Paula Veloso. E um ovo custa apenas cerca de 20 cêntimos, em média. “A carne não precisa, nem deve, ser ingerida diariamente, porque é um factor de risco para doenças cardiovasculares e cancro, sobretudo o do cólon.” Um adulto deverá consumir a cada refeição não mais do que 100 a 120 g de carne ou peixe. “E muitas pessoas comem o dobro.”
Outra alternativa ainda mais em conta são as leguminosas secas ou em conserva (por exemplo feijão, grão-de-bico e ervilhas). “São baratas e excelentes fornecedoras de proteínas. Quando combinadas com arroz ou massa, constituem proteínas completas, podendo substituir a carne ou o peixe”, diz a nutricionista Beatriz Oliveira.
Outra dica de poupança é confeccionar quantidades ajustadas a cada refeição e ao número de pessoas, para que não sobre. “É uma regra essencial para economizar em dinheiro, calorias e recursos naturais.” Também a confecção de receitas simples e rápidas permite poupar tempo e reduzir o consumo energético. “Cozinhar demasiado os alimentos é um dos erros dos portugueses. Assim, perde-se sabor e nutrientes”, conclui o chef Luís Baena.



{retirado daqui}

E tu? ACREDITAS em quê?

Eu acredito num amor imenso, profundo e verdadeiro capaz de mudar a vida e que vêm quando menos se espera. 
Eu acredito todos os dias no sorriso do meu filho e na força que me dá . 
Eu acredito na minha força interior. 
Acredito que o sol e o mar são milagres da natureza. 
Acredito que o mundo seria melhor se houvesse mais respeito pelo próximo. 
Acredito que a vida é só uma e por isso não vale a pena lutar-mos por bens materiais, poder e dinheiro. 
Acredito na verdade. 
Acredito no Deus do amor. 
Nas diferenças que nos podem e devem unir. 
Acredito que um dia vou realizar o meu maior sonho
Acredito que a vida é uma dádiva preciosa. 
Acredito que ajudar o próximo é necessário e faz bem, muito bem à alma.

Maria - No mundo de Maria

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Regresso às aulas - Animais trazem alegria, qualidade de vida e saúde


A convivência com os animais traz tranquilidade e bem-estar às pessoas, demonstram pesquisas e estudos em todo o mundo. Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal e apresentador do programa “Missão Pet” no canal a cabo Nat Geo, vivencia de perto essa interação benéfica, escreve o Diário Digital. “Quando levamos cães a locais com pessoas doentes, em especial crianças e idosos, constatamos a alegria que trazem. A relação é muito diferente se há apenas humanos nas visitas”, relata Rossi.
O zootecnista lembra-se, em especial, de um golden retriever. “Era muito interessante, porque ele dava carinho e atenção à criança que parecia mais triste. Ficava ao lado dela e, aos poucos, ela começava a brincar.”
Rossi explica que, ao contrário dos visitantes que se comovem com as histórias e muitas vezes não conseguem dar força às crianças e velhinhos, os cães trazem leveza ao ambiente. “Eles brincam, fazem algo engraçado e proporcionam momentos de muita descontração.”
Para quem perdeu a capacidade de locomoção, por acidente ou até mesmo pela idade avançada, estar perto de um animal é realizar-se através dele. “Quando essa pessoa vê um cão a brincar e a correr, é como se fosse uma extensão dele”, analisa Rossi. Além disso, para quem quer emagrecer, ter um cão é uma excelente fórmula. Isto porque é necessário fazer passeios diários e assim, sem perceber, a pessoa está a exercitar-se. Sem contar que, no caminho, vai fazendo amizades e conhecendo pessoas novas.


{retirado daqui}

E tu? ACREDITAS em quê?


Eu ACREDITO que ao sermos expostos perante as adversidades da nossa vida, mesmo parecendo difíceis, conseguimos ver algo positivo e  reunimos forças que pensávamos não ter, ou que apenas os outros tivessem, ultrapassando estes momentos mais penosos.
Eu ACREDITO que a maior lição de vida me foi dada pela minha filha, que em 15 meses de vida nos provou ser forte, lutadora e ultrapassou tantas provas que lhe foram surgindo.
Eu ACREDITO que fui escolhida para sua Mãe, eu ACREDITO que tinha de ser sua MÃE e que ela tinha de ser minha FILHA.
Ela ensinou-me que o mais importante é o AMOR, e quando se ama não se vêm pormenores exteriores, com ELA cresci, aprendi, sofri, mas tornei-me uma pessoa muito melhor.
Eu ACREDITO que em tudo o que lhe aconteceu, poderia ter sido bem pior, e agradeço todos os dias por continuar comigo e me ensinar a ACREDITAR.


Lice - Era uma vez...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Regresso às aulas - Crise pode criar “crianças problemáticas”


A atual crise pode criar uma “geração de crianças problemáticas”, uma vez que as faixas etárias mais jovens “estão especialmente suscetíveis” aos efeitos da crise, avisou o presidente do Instituto de Educação da Universidade do Minho, citado pela agência “Lusa”.
Leandro Silva Almeida afirmou ainda que as “soluções circunstanciais” para os problemas financeiros atuais “podem comprometer seriamente o futuro emocional” das crianças portuguesas. Para este docente e investigador, atualmente em Portugal está-se a dar demasiada importância à “componente curricular” da educação infantil e a “descuidar” outras áreas com “tanta ou mais importância”.
Segundo Leandro Almeida, “a atual crise está a comprometer a educação”, embora admita ser “necessário fazer escolhas face aos constrangimentos financeiros”. O investigador chamou a atenção para as consequências do atual momento de crise que Portugal atravessa nas crianças de hoje, “jovens do amanhã”.
“A infância é uma das faixas etárias mais atingidas. Nesta altura os jovens estão especialmente suscetíveis aos efeitos vários de uma crise. Principalmente aos efeitos emocionais. O crescimento da criança não é só uma estimulação cognitiva”, apontou.
Leandro Almeida lembra que a educação passa também por “questões alimentares, jogos” e que, “num momento em que há poucos recursos, os pais, vivenciando com drama as situações diárias, têm pouca disponibilidade afetiva”. Desta situação, avisou o especialista, “pode advir uma geração problemática”, porque “os reflexos desta crise não se vão sentir só agora mas também mais tarde”. Daí, disse, “ser necessário refletir quais são as áreas estratégicas, e aquelas em que não é possível descurar ou eliminar recursos, sob pena de estarmos a comprometer o futuro do país para resolver um problema económico circunstancial de agora”.


{retirado daqui}

Nós ACREDITAMOS!

As pulseiras já chegaram aos seus destinos.
Obrigada por partilhares connosco Magda.

E tu? Continuas a ACREDITAR?

Já publicamos as 4 participações contempladas com uma pulseira BELIEVE.
Mas como os testemunhos que nos enviarem nos tocaram tanto e ACREDITAMOS que poderão tocar outras vidas, vamos publicà-los as todos.
Entretanto, se ainda não têm uma pulseira BELIEVE fiquem a saber que, a pedido da APCL, a De Fio a Pavio criou uma EDIÇÃO ESPECIAL DE PULSEIRAS BELIEVE – COLECÇÃO VIDA – para assinalar o Dia Internacional de Sensibilização para a Leucemia Mielóide Crónica. 
São uma edição limitada, custam à mesma 5€ e podem comprar-se aqui.

sábado, 22 de setembro de 2012

Eduardo Sá reiventa os direitos da criança


1. As crianças têm direito a brincar todos os dias.
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr brincar a rimar com aprender). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais. Brincar só ao fim de semana não é brincar: é pôr uma agenda no lugar do coração.

2. As crianças têm direito a exigir o brincar como o principal de todos as deveres.

As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula: «primeiro, fazes os deveres e, depois, brincas», tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.

3. As crianças têm direito a unir brincar com aprender.


Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga a imaginação com tudo o que se aprende. Quem não brinca imita, repete, fábula, falseia ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!

4. As crianças têm direito a não saber brincar.


Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: inventa-se, descobre-se, deslinda-se, desvenda-se. Brincar é confiar: no desconhecido, no que se brinca, com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.

5. As crianças têm direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.


Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar. Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos, e com tudo mais que entendam, por mais que sejam não sejam objectos convencionados para brincar. Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos de mãos brinca-se de menos.

6. As crianças têm o direito a desarrumar todos os brinquedos...


(e a arrumá-los, de seguida, com um toque… pessoal). Têm direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar. Não há, por isso, brinquedos maus! A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.

7. As crianças têm direito a brincar para sempre.


A Infância nunca morre: apenas adormece. E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, que não há crianças se não houver brincar.


Eduardo Sá



{retirado daqui}

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Regresso às aulas - Os 7 hábitos mais Irritantes das crianças


1. Não responderem quando os chamam
Foi o Hábito Irritante mais votado, o que prova que as mães andam mesmo a sofrer com isto. E não é para menos. “Ó Pedro, apanha o teu casaco do chão. Pedro apanha o teu casaco do chão. Pedro já te disse dez vezes que apanhasses o casaco do chão….” “Parece que a sua criança desenvolveu um caso de surdez seletiva”, comenta Elizabeth Bangley, “treinadora de pais” e autora de 8 livros sobre educação infantil, no livro ‘The Dictionary of 1000 Parenting Tips’ (Dicionário das 100 ideias sobre educação’). “Parece que tem algodão nos ouvidos, mas se lhe sussurrar ‘vamos comer gelado’, é espantoso como fica logo curado!’
Como resolver: Em primeiro lugar, prevenção: toque-lhe no braço, olhe-o nos olhos e diga ‘quando chamo, quero que venhas’, sugere Elizabeth. “Não lhe grite à distância de três salas ‘vamos lá embora!’” Faça um pedido curto e grosso: à hora de deitar, se fizer um discurso de dez minutos sobre a importância do sono, não espere que ele fique imensamente sensibilizado e se ponha imediatamente de pé. “Pedro, cama” basta. E acima de tudo, se não quer repetir a mesma coisa dez vezes… não a diga dez vezes. Se ele souber que lhe vai pedir a mesma coisa dez vezes e o pior que lhe vai acontecer a ele é ouvir a sua voz, não se admire que o ar de aluado continue. Habitue-o a ouvir à primeira, fazendo saber que há consequências. Ele não ouve à segunda? Aplique-as imediatamente. Pode dar trabalho à primeira vez, mas à segunda pode crer que já fez o milagre de lhe curar a surdez. E não se esqueça de elogiar quando ele começar a responder à primeira…

2. Atirarem-se para o chão do hipermercado
Quem pensa que a birra típica estava fora de moda, enganou-se: voltou em força, tal como os anos 80, e alcançou logo o nº2 da tabela. Aqui todos os pediatras e psicólogos são unânimes: não lhe dê o que ele quer. Claro que a teoria também a sabemos, mas aqueles uivos são o resultado de milhares de anos de evolução especialmente pensada para fazer em marmelada o coração de qualquer pai ou mãe, e é muito difícil não ser atingida pelos estilhaços da ‘bomba’.
Como resolver: Em primeiro lugar, o que não fazer: não encetar conversações com o Inimigo, porque, como qualquer general lhe dirá, nenhum Inimigo a meio da guerra  está em estado de dialogar. Não dar bofetada a Inimigo nem dizer “vês os outros meninos a chorar?”: só fará Inimigo chorar mais alto. Se puder, leve-o (com calma) para um canto onde passe menos gente (o dos artigos para animais costuma fazer sucesso, é sossegado e tem coisas com guizos). Se não puder, tente distrair Inimigo: se a guerra não for de mísseis, qualquer coisa funciona, até as chaves. Se tiver à mão, dê bolacha ou água a Inimigo. Se Inimigo já não estiver em estado de ser distraído nem alimentado, deixe-o espernear até se cansar. Não se envergonhe: já toda a gente fez uma birra na vida e os outros pais vão estar solidários. Enquanto espera, pode rever a lista de compras. Rezar ao deus das Trovoadas. Ligar à sua melhor amiga. Contemplar foto do Inimigo em estado normal para se lembrar como era. Quando o Inimigo acalmar, faça como se nada se tivesse passado. Não ralhe, não pregue sermões, não explique, e ande para a frente. Se for caso disso, arrume o corredor e pague os estragos.

3. Dizer que não gostam quando nunca provaram
A medalha de bronze vai para outro clássico, desta vez um clássico alimentar: mal olharam para as ervilhas e já estão a torcer-se todos. Um famoso pediatra e psicanalista inglês, Donald Winiccott, fez um dia esta experiência: colocou à frente de um bebé um objeto brilhante e chamativo. O bebé fez o que todos os bebés fazem: observou aquilo durante algum tempo, e depois meteu-o na boca. Em seguida, Winiccott pediu à mãe do bebé que lhe pusesse o objeto na boca sem o deixar observar primeiro: o bebé recusou-o imediatamente. Conclusão: as crianças têm de desejar primeiro.
Como resolver: Nem fale nisso. Se disser “Tens de comer cenouras, que fazem muito bem aos olhos” só vai causar mais stresse. Vá apresentando alimentos novos sem comentários, de preferência na refeição em que ele tem mais fome. Não stresse se ele não comer logo os brócolos à primeira, não obrigue a comer e não faça comentários sobre o nariz torcido: continue a pô-los na mesa e no prato. “Muitas vezes são fases passageiras em que as crianças nos estão a desafiar, e ganham normalmente, pois vamos dando outras coisas que elas querem”, nota o pediatra Luís Pinheiro. O ideal é manter a calma. Não a encha de bolachas e leite, e não a distraia a ler-lhe as aventuras do Noddy: “Termine a refeição não dando mais nada, e volte a tentar a mesma comida nas refeições seguintes”. Claro que, se disser ‘ai que bem que os espinafres fazem aos ossos’ mas depois a família inteira se atirar à pizza, ele vai concluir que de facto as palavras não se adequam à realidade. Daqui a 20 anos pode ter um filósofo na família, mas será um filósofo muito pouco dado ao mundo dos vegetais.

4. Não largarem a playstation
Outro clássico, ex-aequo com ‘não largam o telemóvel’. O pior é que é um clássico que nos dá jeito: tê-los quietinhos, sentadinhos e em sítio conhecido é o sonho de qualquer pai ou mãe desde a pré-história. Depois queixamo-nos que eles são uns cromos da playstation, ou preocupamo-nos porque podem andar a ser aliciados por membros da Liga Pedófila Belga no Facebook. Ninguém entende os pais…
Como resolver: Se ele já é pré-adolescente, mentalize-se: é normal que queira passar cada vez menos tempo com a mamã e o papá, mesmo que isto implique estar no quarto com o computador… “Para que esta tendência também não vá longe demais, não faz mal exigir-lhe que esteja presente em algumas refeições e atividades familiares”, explica a psicóloga Jean Walbridge, diretora do quase lendário sitewww.parentyouradolescent.com. “Se acha que ele passa demasiado tempo ao computador, estabeleçam juntos um limite, mas não estabeleça como alternativa que ele passe tempo com a família… Além do que já indicámos (tarefas caseiras, presença em algumas refeições, algumas atividades familiares) deixe-o fazer o que quiser com o tempo que não passa ao computador.” Claro que, se começar já desde pequenino a limitar o tempo internético (não mais que uma hora) depois será mais fácil. E ainda mais fácil se houver qualquer coisa divertida para fazer longe do computador…

5. Quererem vestir roupa inadequada
Estava mesmo à espera desta, não era? Claro que na palavra inadequada cabe um mundo de originalidades mais ou menos, enfim, originais: desde querem ir de manga curta e minissaia em pleno fevereiro até fazerem finca pé porque o seu sonho é aparecerem na escola vestidinhas de bailarinas dos pés à cabeça, até à maquilhagem que transforma uma rapariga absolutamente normal na mãe da Família Addams ou à t-shirt que já passou 15 dias no mesmo corpo, cabe tudo.
Como resolver: Segundo o pediatra francês Aldo Naouri (lembram-se dele?), na roupa das crianças mandam os pais, na roupa dos adolescentes mandam os adolescentes. Pronto. Agora façam o que quiserem, mas depois não digam que não avisámos… Enfim, o facto de os adolescentes mandarem na roupa deles não quer dizer que os pais não tenham o direito de dar a sua opinião, porque afinal estamos num país livre.

6. Imitar as nossas falhas
Ver uma cópia de nós com menos 7 palmos, de dedo espetado e sobrolho franzido, a ralhar num tom exatamente igual ao nosso: “Já-te-disse!” ou “Ai ai ai, não há pachorra para te aturar!” provoca-nos um misto de vontade de rir e vergonha. Ainda por cima porque sabemos que não há espelho mais fiel. Nós somos assim, afinal? Nós, que nos orgulhávamos de ser uma mãe perfeita, um modelo de virtudes, um exemplo de pedagogia? Nós, aquele dedo espetado, aquele tonzinho irritante? E assim de repente, além de nós, ela lembra-nos mais alguém… ahhhhhh! A nossa mãe!
Como resolver: Heeee…. Pois, aqui tem que resolver a coisa é consigo, não é…

7. Acharem que são o centro do mundo
Nenhum filho merece que a mãe viva para ele. “As mulheres mais infelizes são as que desistiram da sua felicidade e andam na vida como robôs, conseguindo levar a cabo um número inacreditável de tarefas, tanto em casa como no trabalho, sem disso retirarem grande alegria”, afirma Cathy Greenberg, autora de ‘O Segredo das Mães Felizes’ (Academia do Livro). Se reconhece o retrato, não é a única. Ainda vamos muito a tempo de fazer mais uma resolução de princípio do ano: ser uma mãe mais virada para si própria. Como dizia o Rui Zink, “os filhos precisam de pais egoístas”. E quando eles se tornam o centro absoluto do nosso mundo, é sinal de que o nosso mundo se tornou, de repente, demasiado pequeno… Além disso, nenhum filho aguenta esse peso às costas.
Como resolver: Mais uma vez, aqui o trabalho é nosso e não deles. Mas temos absolutamente de tirar algum tempo por dia para nós, e essa não pode ser a prioridade nº1472. Como, se o dia já está esticado ao máximo da sua resistência? Cada pessoa é que vê aquilo que é e não é imprescindível. Imagine que vai carregada com um peso que não pode suportar. O que é que pode deixar cair pelo caminho? O que é que pode deitar à água para o barco flutuar? A casa arrumada? A roupa engomada? E se puser as crianças a ajudar? Investigue. Encontre outra vida que não os filhos. E não deixe que lha tirem.


(Ler mais: http://activa.sapo.pt/criancas/criancas/2012/07/17/os-7-habitos-mais-irritantes-das-criancas#ixzz26ikXLPr2)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Regresso às aulas - Dificuldades escolares


O Porto foi alvo de um rastreio, com a finalidade de avaliar a presença de  dislexia em crianças e jovens em idade escolar. O estudo revelou a existência de uma elevadapercentagem de crianças com dificuldades escolares acentuadas.
Dos participantes, cerca de 80% apresentavam algum tipo de dificuldade escolar, desde problemas de leitura, a problemas na escrita, ou outras lacunas diretamente associadas ao insucesso escolar.
O estudo que resultou da ação de rastreio, contou com crianças dos sete aos 16 anos, e foi realizado através de inquéritos aos pais e às crianças e de uma avaliação técnica. No final, concluiu-se que, 44% dos inscritos no rastreio apresentavam sintomas de dislexia.
À partida, mais de metade dos pais que levaram os filhos ao rastreio de dislexia percecionavam já uma dificuldade escolar das crianças - 66% revelou preocupação relativamente a dificuldades de escrita dos filhos. Na maioria dos casos, esta perceção, por parte dos pais, teve início logo no primeiro ano de escolaridade. No entanto, apenas quatro crianças tinham sido retidas ao longo do percurso escolar e, no que respeita à procura de ajuda especializada, apenas os pais de seis crianças já tinham procurado apoio profissional. 
Dos testes criados especificamente para este rastreio, as técnicas conseguiram aferir que mais de metade das crianças - 16 - trocavam as letras enquanto liam e 18 apresentavam dificuldades de interpretação e compreensão das frases.
O estudo permitiu ainda verificar a existência de problemas emocionais na maioria das crianças rastreadas: de acordo com a perceção dos pais 79% dos filhos apresentavam perturbações durante o sono; em 55% dos casos os pais consideraram o filho como uma criança nervosa, que não consegue estar sossegada (43%) e 25% apresenta já sintomas físicos que podem estar associados ao insucesso escolar, como por exemplo, dores de cabeça sem explicação. De acordo com a psicopedagoga e especialista em insucesso escolar Maria Amélia Dias Martins, "estes são alguns dos sinais que nos indicam que estamos perante uma dificuldade escolar acentuada, que leva ao insucesso escolar repetido e que, se não tratada a tempo, pode acarretar problemas emocionais graves".
A ação de rastreio efetuada faz parte de um projeto-piloto, sendo que o próximo passo é a realização de mais ações de forma a sensibilizar o maior número possível de pais para a problemática das dificuldades escolares acentuadas e do insucesso escolar.


(Ler mais: http://activa.sapo.pt/criancas/criancas/2012/08/22/cerca-de-80-das-criancas-entre-os-7-e-os-16-anos-apresentam-dificuldades-escolares-acentuadas#ixzz26ik2wLBJ)

E tu? ACREDITAS?

A pedido da APCL a De Fio a Pavio criou uma EDIÇÃO ESPECIAL DE PULSEIRAS BELIEVE – COLECÇÃO VIDA – para assinalar o Dia Internacional de Sensibilização para a Leucemia Mielóide Crónica. 
APCL  quer chamar a atenção para este dia e convida todos a celebrar de forma especial a vida num evento aberto que decorrerá na tarde do dia 22 de Setembro no Centro Comercial Oeiras Parque.
Para além de um evento que promete muita animação, poderá escolher ao vivo e a cores a sua pulseira BELIEVE. 
Se não puder estar presente, mas quiser unir-se a esta causa, poderá fazer a encomenda da pulseira BELIEVE em http://apcl-believe.rhcloud.com/1-encomendar-pulseiras/celebra-a-vida-2/
O preço de cada pulseira é 5€ já com portes de correio incluídos para Portugal.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Regresso às aulas - 10 maneiras de criar uma criança confiante


1 - Seja confiante. Não tenha medo de o contrariar, se houver razões para isso. E não é preciso entrar na guerra. Não é não, e pronto. Tenha orgulho no seu papel de mãe. Um ‘não’ justificado nunca traumatizou ninguém. E uma criança confiante nasce acima de tudo de pais confiantes.

2 - Não critique. Não porque ‘traumatize’ mas porque é absolutamente inútil. Vemos por nós próprios. Se alguém nos diz: “És mesmo idiota”, pensamos: “Ele tem razão, a partir de hoje vou tentar ser melhor pessoa?” Claro que não. Pensamos: “Idiota és tu, ó palhaço.” As crianças nem sequer têm essa defesa. Para elas, que viveram ainda tão pouco para aprenderem que as coisas mudam, o presente é eterno. Pensam: “É verdade, sou mesmo idiota, não vale a pena tentar ser de outra maneira.”

3 - Um elogio nunca estragou ninguém, pelo contrário, e ainda temos imensa dificuldade em elogiar as crianças, porque achamos que vão ficar mimadas. Não vão. Mas não elogie constantemente, automaticamente, só porque acha que deve. Elogie quando se justificar, e explique porquê. Diga exactamente do que é que gostou: “Gostei muito que tivesses ajudado o João a vestir o casaco.”

4 - Ensine-os a ver o lado bom das coisas. Não se pode ganhar sempre e ter tudo o que se quer mas as coisas nem sempre são tão más como parecem. Conte-lhes a história do tio Alberto que começou com 1 a matemática e acabou engenheiro de foguetões na Nasa. Ou “Pois, a equipa hoje até levou uma cabazada de 6-0. Mas jogámos bem e para a próxima vai correr melhor e agora o que interessa é que há mousse de chocolate para o lanche”. Ensine-os também a ver o lado bom deles próprios. Ria com eles e divirta-se.

5 - Diga-lhe que gosta dela. Sim, claro que gosta, mas eles precisam de ouvir, como os namorados. Não os deixe cair num ciclo vicioso grave que começa assim: se uma criança sente que não gostam dela, acha que não é digna de ser ‘gostada’ e portanto, qual é a razão para gostar de alguém? Tendemos a achar que as crianças sabem que gostamos delas, afinal somos pais delas, mas nem sempre isto é assim tão líquido. Mostre-lhe que gosta dela, e diga-lhe porquê. Treine-a a pensar que é digna de ser amada.

6 - Não tome boas notas como um sinal de que tudo vai bem: estamos rodeadas de executivos de sucesso com o quociente de inteligência emocional de uma ervilha. Eduque as emoções da sua criança. Isto não quer dizer suprimir o medo, a fúria e a raiva. Todas elas são emoções úteis: o medo protege-nos, a fúria limpa, a raiva liberta. Mas ensine-os a perceber as razões por que agem da maneira que agem e o que podem fazer para canalizarem as emoções de outra maneira que não seja bater na irmã. Explique-lhes que têm de tratar os outros como gostariam de ser tratados. Não valorize apenas as boas notas: valorize acima de tudo o bom coração. Aviso: isto não se consegue num dia.

7 - Não se iluda com crianças demasiado ‘sossegadinhas’: Às vezes, crianças demasiado cordatas podem apenas estar inseguras do seu amor e de si próprias. Estas crianças não precisam de menos mimo, mas de mais. Não precisam que lhes digam: “és tão totó!” Não precisam que as empurrem para o meio da arena. Precisam de treinar a confiança em si próprias percebendo que são capazes: de subir à árvore, de ler o livro, de fazer uma birra e continuarem a ser amadas.

8 - Ajude-as a lidar com quem lhe chama nomes ou as chateia. Explique-lhe que os ‘insultadores’ não o fazem por ser verdade, mas porque estão chateados. Há vários truques: ignorar, cantar por cima, concordar, ir-se embora.

9 - Ensine-as a lidar com o medo: lembre-lhes alturas da vida delas em que conseguiram fazer qualquer coisa muito difícil, e que medo é uma emoção natural, que toda a gente tem.
10 - Ajude-as a desenvolverem os seus verdadeiros dons. Se ele não tem nenhum ouvido para a música, não o empurre para ser cantor. Por que não atleta, biólogo ou cozinheiro? Ter a noção das próprias capacidades poupa muitas desilusões e desgostos.


(Ler mais: http://activa.sapo.pt/criancas/criancas/2012/08/31/10-maneiras-de-criar-uma-crianca-confiante#ixzz26ijP47f8)

E tu? ACREDITAS em quê?

"O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre" Salmo 76.26




"Este é o versiculo-chave da minha vida! Ao longo da caminhada, em todos os momentos olho para trás e vejo exatamente nas fases mais dificeis Deus a carregar-me em seus braços, a proteger-me e a encher o meu coração de força para viver! Sinto que me tem ajudado a cicatrizar velhas feridas, daquelas fundas que marcam o nosso ser. Fez com que em vez de revolta pudesse nascer em mim sentimentos de compreensão e tolerância. Tenho descoberto que o coração humano é enganoso, fraco e falível.
Deus mostra o seu amor para conosco a partir do plano de salvação através de Jesus Cristo. Conforme vou aprendendo mais sobre a sua vida e exemplo, vejo o quão imperfeita sou. Ele inspira a minha vida para procurar ser melhor, não para ser superior a alguém mas para saber viver com o que tenho, aprendendo a aceitar as dificuldades numa outra perspectiva. Deus tem renovado a minha visão da existência humana e feito com que possa dar cada vez mais valor ao que tenho recebido. Sou grata porque num determinado tempo os meus olhos e ouvidos foram abertos para algo que nos transcende, que não podemos de facto palpar mas que se sente.
Falo com Deus, peço muitas coisas imateriais, agradeço muitas coisas que me tem dado, até já agradeci coisas que Ele não me deu e que mais tarde percebi que foi o melhor para mim! Posso falar tudo, posso não falar nada, Ele conhece tudo acerca de mim antes mesmo de eu saber, por isso a minha confiança e esperança estão firmes NAquele que não muda.
Há muitas coisas que não entendo e para as quais não tenho resposta mas sei o suficiente para saber que Deus, o Criador dos céus e da terra, importa-se comigo e contigo com um Amor sem igual!"

Jo - JoA-nices

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Regresso às aulas - A felicidade ensina-se?

Imagine que o seu filho lhe entrava em casa e anunciava: 'Mãe, acabo de chumbar a... felicidade!' Pois é o que pode acontecer em breve nas escolas inglesas. O projecto-piloto foi iniciativa de uma escola privada, o Wellington College, que começou a ministrar aos alunos noções de meditação, a ensiná-los a lidar com emoções negativas e até a como dar 'tampa' a um namorado sem o deixar de rastos. Mas todas as escolas inglesas estão a ser encorajadas a ensinar literacia emocional: ou seja, habituar crianças e jovens a falar sobre as suas emoções e a saber o que fazer com elas. O próprio governo explica que o pouco tempo que as famílias passam hoje em dia com os filhos leva a que eles já não recebam esses ensinamentos em casa. Resultado: cabe à escola, além da literacia 'clássica', passar-lhes também literacia emocional. Não faltaram vozes do contra afirmando que ler Shakespeare fazia mais pela inteligência emocional dos jovens do que as 'filosofias' que se pretende implantar. E o debate começou. 
Literacia... da emoção 
Mas, afinal, podemos ensinar alguém a ser feliz? 'Acho que sim', afirma a psicóloga Rita Xarepe. 'Agora, depende como, porque a ideia pode ser óptima e, depois, ser mal executada. Mas parece-me um projecto interessantíssimo.' Mas a função da escola não é ensinar Matemática e Línguas? 'A função da escola é, ou devia ser, ensinar-nos a conhecer-nos melhor e sermos mais felizes', defende Rita. 'Muitas vezes sobrevalorizamos as matérias intelectuais sem nos lembrarmos que, sem estar de bem consigo, ninguém aprende nada.' E a base da questão revelou-se precisamente essa: o lado afectivo e emocional afecta mais do que se pensa o aproveitamento escolar. 'Se os jovens tiverem a cabeça bem arrumada, mais facilmente adquirem outros conhecimentos.Enquanto não se aprendem a eles próprios não conseguem aprender nada, e muitas vezes por isso é que temos tanto insucesso escolar! Ora a escola só tem a ganhar se os ajudar a trabalhar estes 'nós' de cabeça.' 
O problema é que os adultos não estão a ensinar os filhos a lidar com as suas emoções. 'Esta é uma porta que muitas vezes não se abre porque os adultos não sabem acolher as suas fragilidades!' Qual é o pai capaz de chegar a casa e mostrar que está triste, que não teve um dia bom? 'Os adultos não são felizes e refugiam-se perguntando pelos trabalhos de casa... Não calcula a angústia em que os pais ficam à noite quando a criança não tem trabalhos de casa, porque já não sabem falar com eles de outras coisas que não a escola... Ora há tanto para conversar! Um pai não é um professor. Aceitem-se, aceitem os filhos como são e aprendam a divertir-se!'

(Ler mais: http://activa.sapo.pt/criancas/criancas/2007/03/01/a-felicidade-ensina-se#ixzz26iiVlYyy)

E tu? ACREDITAS em quê?

"Acredito que o sonho comanda a vida. 
Acredito que é seguindo o sonho que avançamos, pouco a pouco, um pé de cada vez. 
Eu sonhei, desejei muito, desde pequenina tornar-me um dia mamã. E foi seguindo o meu sonho que escrevi as linhas da minha história, que tracei o caminho e avancei, tropeçando em todas as pedras que apareceram. 
Ganhei feridas profundas pelo caminho, chorei, desanimei mas não desisti. Para mim, desistir seria nunca, desistir seria ignorar tudo aquilo que eu era, tudo aquilo que tinha sonhado.
E um dia, acordei a lutar ainda, triste e desanimada, e no entanto quando voltei à cama nesse mesmo dia, as esperanças estavam renovadas, a alegria, o entusiasmo e ... o medo. 

Muito medo.
Nesse dia tive o meu segundo positivo. 

Depois de tanta espera, a alegria do positivo e o medo da perda, que esteve cá sempre, até ao fim de 9 meses maravilhosos.
Foram 4 anos de tentativas, de frustrações, de pensar em mim como um saco infértil, um saco vazio, um saco incapaz de gerar vida. 

E depois o golpe da perda, quando depois de um primeiro positivo, e após poucas semanas me tiraram o chão. 
Perdi o meu bebé, aquele que esperava há tanto tampo. 
E foram precisos mais um par de anos para o meu sonho se tornar real, para estar ali na sala de partos, a enfermeira a segurar um pequeno ser, e eu a saber e a não acreditar (ainda!), que era real, que estávamos ali os três, eu, ele e ela. 
A minha filha chegou para me provar que vale a pena acreditar. 
É ela quem me dá forças todos os dias. É olhar para ela e saber que o que parece impossível, muitas vezes não o é. 
É olhar para ela e saber que se pode ser feliz."

Magada - Alma de mãe

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