sexta-feira, 19 de outubro de 2012

à borla por Lisboa

Lisboa recebe a 2ª edição do Roadshow de Gin. O evento criado pela Gin Travel Club, um projeto criado por dois amigos e apreciadores de gin, celebra a bebida pretende mudar os hábitos de consumo português. Esta edição será realizada no Rooftop Bar do Hotel Mundial, situado no coração da cidade, sábado dia 20 de outubro, a partir das18h30. Os patrocinadores são Gin Mare, G’Vine, Martin Millers, The London nº 1, Blackwood’s, Larios 12, Hendrick’s, Bulldog, 1724 (água tónica) e Fever-Tree (água tónica). O evento será animado pelo DJ Nuno Rebelo.

{retirado daqui}

As Amantes recomendam

A consulta do blog Comer para Crescer e o passatempo a decorrer no blog da belle du jour!
Bom fim de semana e bons e saudáveis lanches!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O que fazer para estimular a criança comer melhor?


A formação do hábito alimentar começa desde os primeiros anos de vida.Após o desmame inicia-se a introdução de novos alimentos na rotina alimentar da criança.
É nesse momento que, os pais devem ter disciplina e postura para apresentar ao seu filho o mundo dos alimentos. Desde então, é necessário introduzir e apresentar  à criança uma maior diversidade de alimentos e preparações, priorizando os de boa qualidade nutricional como: frutas, legumes e verduras, sucos naturais, frango sem pele, carnes magras, peixes, arroz, biscoito salgados e produtos integrais.
Vale ressaltar que, o primeiro contato com alguns alimentos pode não ser uma boa experiência. É comum que alimentos diferentes e novas preparações sejam rejeitados pela criança no primeiro momento, mas isso não significa que estes itens devem ser retirado da sua dieta. A adaptação dos alimentos pelos pequenos demanda paciência e tempo. Os alimentos, uma vez rejeitados,devem ser novamente oferecidos, ao longo de um tempo e em preparações diferentes, por até mais 10 vezes à criança. Normalmente, estes alimentos passam a ser, cada vez mais, aceito por elas, caso contrário deve ser retirado da alimentação por um tempo indeterminado.
Nos primeiros anos de vida é recomendado evitar a oferta de doces e açúcar. É nessa fase que a criança desenvolve seu paladar para tais alimentos e, uma vez, bem aceito estes se tornam prioridade para criançada. Quanto mais tardio for a apresentação dos produtos fontes de açúcar, maior é a chance da criança não desenvolver uma palatabilidade por estes e, então, aderir a uma alimentação mais saudável.
Uma alimentação equilibrada e adequada fornece  à criança suporte para um bom crescimento e desenvolvimento. Atitudes conscientes dos pais diminuem a chance da criança desenvolver distúrbios alimentares com riscos nutricionais, como: desnutrição, baixa estatura para idade e obesidade.
A obesidade infantil, hoje, está cada vez mais presente na vida dos brasileiros e seus índices vem aumentando consideravelmente como o passar dos anos. Uma criança obesa tem maior pré-disponibilidade a desenvolver doenças crônicas não transmissíveis ( hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes mellitus tipo 2 e obesidade mórbida) na vida adulta do que uma criança que cresceu na faixa de normalidade.
Nunca é cedo demais para falarmos de saúde. São atitudes e hábitos adquiridos na infância, os maiores responsáveis pela formação de adultos saudáveis. O acompanhamento nutricional é recomendado para qualquer idade, e quanto mais cedo ele se inicia, maiores são as chances de desenvolvermos adultos sadios que buscam qualidade de vida. Vocês não concordam que é mais fácil EDUCAR do que REEDUCAR?
Desde cedo, a criança deve ser incentivada a: fazer de 5 a 6 refeições por dia (café da manhã, colação, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia, se necessário); Beber bastante água durante todo o dia, em torno de 1 litro e meio; Evitar o consumo de alimentos como chips, doces, refrigerantes e demais guloseimas; Consumir leite e seus derivados 3 vezes ao dia; Assim como deve ser incentivada a consumir, pelo menos, 4 vezes ao dia frutas e verduras (Atenção! Legumes e verduras devem ser bem lavados e higienizados.); Não substituir a água e sucos naturais por refrigerantes, mesmo que os de 0% de açúcar; Ter horários regulares para se alimentar; Procurar ingerir alimentos de todos os grupos: carboidratos (pão, arroz, batata, bolo simples, biscoito salgado, podendo variar entre os comuns e os integrais.), proteínas (carne, leite, ovo) e lipídeos de boa qualidade (margarina, óleo vegetal, azeite, castanhas) e dar preferência aos alimentos assados e grelhados em substituição das frituras.
E agora?  Como colocar tudo em prática? O que realmente devemos fazer para estimular a criança a comer melhor? Abaixo seguem algumas dicas:
Cardápios coloridos: As cores dos alimentos ajudam a compor a apresentação dos pratos e são ótimas para atrair a atenção e o apetite da criança. Lembre-se: primeiro comemos com os olhos e isso não é diferente nas crianças.
Montagem do prato:As preparações devem ser sempre diversificadas, assim como seus acompanhamentos. É interessante, montar o prato de diferentes maneiras, com os alimentos em posições contrárias aos dias anteriores, principalmente quando se trata de arroz e feijão. Varie os tipos desses alimentos, como: feijão carioca, feijão preto, feijão branco como salada, arroz branco, arroz com açafrão e arroz com brócolis. Use sua criatividade! Faça desenhos e carinhas.
Alimentos preferidos: Sempre que possível, inclua nas refeições da criança os alimentos de maior preferência, assim ela aceitará com mais facilidade os outros alimentos. Atenção! A presença de alimentos preferidos não impede que o prato contenha novas preparações e/ou alimentos previamente rejeitados, muito pelo contrário.
Importância da alimentação: Na medida do possível, explique para a criança a função dos alimentos, a importância de cada grupo alimentar , o por que a dieta deve ser tão variada e  não conter apenas biscoitos ou chocolates. Introduza na hora da refeição assuntos ligados a uma boa nutrição.
Modo de preparo do alimento: A família não precisa ter cardápios diferentes ou preparações separadas. Os alimentos usados habitualmente pelos adultos devem ser também consumidos pela criança. Recomenda-se, neste caso, adaptar a preparação de acordo com a faixa etária do seu filho.  Uma nova elaboração no preparo dos alimentos faz com que as crianças aceitem, com mais facilidade, o que lhe for oferecido.  Cozinhe ou desfie as carnes ao invés de assar ou grelhar, prefira legumes cozidos e frutas macias na sobremesa.
Refeição em Família: Completando a questão anterior, é interessante que os pais façam o consumo dos mesmos alimentos que seus filhos. Coloque no seu prato e no da criança todas as opções do cardápio oferecido no dia, mesmo que esse contenha algum alimento que a criança rejeita. Uma das maneiras, se não a mais importante, de aprendizagem da criança é o espelhamento em seus pais. A criança copia e observa tudo que os pais estão fazendo. Não adianta fazer a criança comer algo que você mesmo não come.
Insistir com as novidades: Nem sempre a criança concorda em comer uma preparação que lhe é oferecida pela primeira vez. Algumas precisam provar o mesmo alimento de 8 a 10 vezes antes de aceitá-lo e incluí-lo nos seus hábitos alimentares.
Participação Culinária: Envolver a criança na escolhas e no preparo dos alimentos. Exemplo: Leve-a ao sacolão para ajudar nas escolhas de frutas, verduras e legumes, permitindo que ela leve uma de sua preferência ou mesmo uma novidade. Ensinar a criança a fazer uma salada de frutas, assistirem uma preparação de bolo e mexer nos alimentos.
Autonomia: Deixar a criança controlar o quanto comer. Não forçar! Respeite a sensação de saciedade da criança. Já o número das refeições ao dia pode ser imposto pela família. Deixar a criança comer sozinha, oferecendo ajuda ocasionalmente. Preparar os alimentos de forma que a alimentação seja fácil para ela.
Respeito: Não forçar a criança e nem castigá-la no caso de recusar se alimentar. É melhor deixar que ela não coma do que tornar a ocasião um momento de desentendimento e insatisfação para filho e pais. Respeite a decisão da criança, mais tarde ela irá  procurar procurar você para se alimentar. Nessa hora ofereça sempre refeições saudáveis.
São pequenas atitudes e escolhas dos pais que fazem a diferença na formação de um bom hábito alimentar pelos seus filhos. Aprendendo desde cedo o conceito de saúde e nutrição a criança cresce com maior consciência e, uma vez, realizada a educação alimentar de seus filhos, previne de mais tarde viver um processo de reeducação alimentar, principalmente relacionado a uma patologia.



{retirado daqui}

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

8 dicas para lidar com crianças que não querem comer

Todas as crianças passam, numa ou noutra altura, por uma fase em que não querem comer ou apenas querem comer determinados alimentos. Para evitar horas passadas à mesa com crianças em lágrimas ou a fazer birras, para evitar ter de confecionar pratos diferentes do resto da família e conseguir que a pequenada se alimente, muna-se destas dicas.
  1. A apresentação também conta. A forma como a comida é apresentada também conta muito, até porque as crianças muitas vezes comem mais com os olhos do que pela boca. Enfeitar as batatas com uma cara sorridente ou cortar o hambúrguer com um molde divertido pode ser o suficiente para evitar mais uma birra à hora do jantar. Pode precisar de puxar pela criatividade e claro que vai dar mais trabalho, mas também vai dar outra alegria à mesa das refeições e aos seus filhos. Se comer fruta elegumes parecia uma missão impossível com as crianças, vai rapidamente deixar de ser!
  2. Evite forçar. Todos temos certamente a memória de, na nossa infância, termos sido forçados a comer e a engolir algo que não queríamos ou não gostávamos de comer. Não foi muito agradável, pois não? Evite fazer o mesmo com o seu filho(a) – se a refeição chegou ao ponto em que tem de forçar e a criança já ameaça ou mostra sinais de vómito, não vale a pena continuar a insistir. Amanhã é outro dia e se mais tarde a criança tiver fome dê-lhe um copo de leite ou uma peça de fruta.
  3. Envolver as crianças no ato de cozinhar. Uma das melhores formas de incentivar as crianças a comerem é envolvê-las em todo o processo culinário – desde a ajuda na escolha dos ingredientes no supermercado até à própria confeção das refeições na cozinha. Quem não vai querer provar aquilo que ajudou a preparar?
  4. Ordens à mesa não. Passar a hora da refeição a dizer “come a carne” ou “come os vegetais” é desgastante para pais e para crianças que, ouvindo uma ordem têm muitas vezes a tendência de desafiar e fazer exatamente o contrário. Deixe a criança comer ao seu ritmo, sem dar ordens – se necessário, coloque-a a jantar alguns minutos antes do resto da família, para lhe dar algum tempo de avanço.
  5. Snacks saudáveis. Por experiencia própria, os pais já sabem que nem sempre as crianças comem o suficiente à hora da refeição, daí a importância dos snacks saudáveis durante o dia. Embora deva evitar dar snacks muito próximo da hora da refeição, este reforço alimentar é extremamente importante para as crianças que tendem a comer mal durante as refeições principais. Se não jantar tudo, por exemplo, não terá de se preocupar, nem fazer ultimatos porque a criança comeu um bom lanche.
  6. Ídolos que se alimentam. Precisa de uma estratégia rápida e infalível para que o pequeno João coma a sopa de uma vez por todas? Recorra aos seus desenhados animados ou personagens de brincadeira preferidas, dizendo-lhes que a “Hello Kitty adora puré e come sempre tudo para estar sempre bonito” ou “o Super-homem é forte porque come sempre a carne e os vegetais que a mãe lhe põe no prato”. Inspiração garantida.
  7. Novidades vs. Favoritos. Embora seja muitas vezes mais fácil fazer exclusivamente as refeições que as crianças mais apreciam para assegurar que comam, também é necessário um equilíbrio nutricional, o que implica a introdução de novos alimentos na dieta da pequenada. Faça isso de forma lenta e com uma boa dose de paciência, porque se a novidade é apelativa para uns, pode ser motivo de birra para outros. Para ajudar a introduzir novidades alimentares à hora da refeição, confecione-as juntamente com algo que a criança goste.
  8. Dê o exemplo. As crianças estão constantemente a imitar os adultos e embora possam parecer distraídos, são tudo menos isso. Se quiser que a sua criança coma bem em todas as refeições, dê o exemplo. Se comer só uma sopa porque está de dieta, pense na mensagem que estará a passar ao seu filho(a) que tem um prato cheio de comida à sua frente. O melhor ensinamento é através do exemplo.


{retirado daqui}

à borla por Lisboa


João Blümel 
O espetáculo “Eu sei que tu sabes que eu sei” de João Blümel chega agora à Baixa-Chiado PT Bluestation. É já no dia 17 de outubro, quarta-feira, às 20h00 e Blümel terá um convidado especial.
One Night Only
A iniciativa Old School com a curadora Susana Pomba trazem o evento número #15, Desta vez é na Praga Associação Cultural com “Right Lobe” de Diogo Evangelista, na quarta-feira 17 de outubro às 22h00.


{retirado daqui}
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