segunda-feira, 5 de novembro de 2012

10 Armadilhas educativas: não caia nelas!

São muito comuns, mas cada vez mais desaconselhadas pelos psicólogos.

1 – Não compare nenhuma criança como outra – É a ‘rainha’ das armadilhas. Ainda há muito boa gente, pais e professores, que pega numa criança mais sossegada ou mais diligente ou mais obediente, e a apresenta a outra com as palavras: “Põe os olhos no Joãozinho que se porta tão bem e já aprendeu a ler ao contrário de ti, minha lesma.” NUNCA se compara nenhuma criança com outra, primeiro porque todas as crianças são diferentes, e depois porque é absolutamente inútil. Por amor de Deus: acha que alguma criança vai ter mesmo vontade de ser como o Joãozinho? Só vai odiá-lo de morte. Isto nunca resolve nada, pelo contrário: não é bom nem para a criança ‘má’ (que fica a detestar a outra e ainda com mais vontade de se portar mal) nem com a criança ‘boa’ (que fica a ser odiada pelas outras e não tem culpa nenhuma). Apesar de não resolver nada e de ser responsável pelo péssimo ambiente que se cria em muitos grupos de crianças, esta ‘técnica’ custa a morrer...
Em vez disso: Compare-a com ela própria, e pela positiva. “Então se tu foste capaz de fazer aquelas contas na semana passada, por que é que não és capaz de as fazer agora?”

2 – Não critique – E acima de tudo, não o faça em frente de outras pessoas. Às vezes não identificamos os nossos sentimentos a tempo de não magoar as nossas crianças, mas inconscientemente é isso que estamos a fazer quando dizemos: “Este meu filho é mesmo preguiçoso” em frente da tia, ou dos amigos, ou de quem quer que seja. Achamos que estamos a envergonhá-los – e estamos mesmo! Mas será que isso vai fazer com decidam pegar nos livros ou levantar o rabo do sofá? Claro que não. Só vão pensar: “é verdade, sou mesmo estúpido, não há nada a fazer” e como não há nada a fazer, para quê tentar? Lembre-se: ninguém que fique triste tem ânimo para mudar…
Em vez disso: Incentive-o e tente ajudá-lo sem colar rótulos: “Sei que é difícil para ti fazer esse esforço, mas vamos ver como é que podemos torná-lo mais fácil.”

3 – Não castigue sem lógica – Ele teve uma má nota, você proíbe-o de jogar computador, só porque é o que ele mais gosta de fazer. Ora o computador pode não ter nada a ver com as más notas. Se calhar o que falta é organização, um empurrãozinho, uma ajuda extra. Educar é orientar, não é fazer sofrer.
Em vez disso: Investigue a causa das más notas. Até pode usar o computador como ajuda, procurando na net sítios que o ajudem a investigar, ou usando-o como incentivo e não como proibição: “se melhorares as tuas notas, deixo-te jogar mais tempo”.

4 – Tenha coragem para dizer não – Achamos que as crianças têm de ter tudo nesta vida e só serão felizes com muita coisa à sua volta, mas isso não é verdade. Nós também não tivemos, e sobrevivemos. Se não puder, ou não quiser, dar-lhes tudo, explique porquê com calma, sem entrar numa guerra. Mas lembre-se: já que não vão ter o último modelo do MP3, eles têm pelo menos o direito de fazer uma valente birra, coitados…
Em vez disso: Dê-lhes qualquer coisa preciosa que está a desaparecer: conversa, algumas horas a sós com eles, calma, fantasia, sorrisos, histórias, e tempo para se aborrecerem.

5 – Não o obrigue a beijar a Tia Amélia – Cada pessoa tem o direito ao próprio corpo, embora pareça estranho falar disto em relação a uma criança de 3 ou 5 anos e em relação a um inocente beijinho a uma tia. Se a obrigar a beijar alguém, arrisca-se a que ela tire a conclusão de que qualquer pessoa lhe pode exigir um beijo: está a ver o perigo?
Em vez disso: Nunca é demasiado cedo para educar para as boas maneiras, que significam, no fundo, ter em conta a presença de outra pessoa. Se ele vir que os pais dão eles próprios um beijinho à tia há-de querer dar também, mas se a simpatia não for o forte dele pode por exemplo pedir-lhe que diga ‘olá’ ou que dê um aperto de mão, que é menos invasivo que um beijo.

6 – Não obrigue a emprestar os seus brinquedos – Claro que devemos lutar pela paz no mundo e pela boa convivência entre os povos e entre as crianças, mas aos 2 anos, por exemplo, ninguém está preparado para emprestar nada a ninguém. Emprestar pressupõe que se reconheça a presença de uma outra pessoa e que se seja capaz de esperar pela nossa vez, e isso só começa a acontecer por volta dos 3 anos. Afinal, nós também não gostávamos se alguém nos obrigasse a ‘emprestar’ o carro ou os brincos de pérolas.
Em vez disso: Consegue mais facilmente que ele empreste brinquedos ‘comunitários’ como Legos ou lápis de cor se o ajudar a esconder os seus brinquedos mais queridos antes dos amigos chegarem. Ajude-o a pôr o seu carrinho preferido, o urso azul, a boneca com que dorme e os livros de ler à noite na prateleira mais alta para que os outros não cheguem lá, e vai ter uma criança mais disposta a emprestar tudo o resto.

7 – Não o obrigue a comer tudo o que tem no prato – Lembre: nenhuma criança com comida alguma vez passou fome. Nós é que temos por vezes uma ideia errada do que eles têm de comer. Claro que, por vontade deles, só comiam chocolates a batatas fritas, mas mesmo que ele não vá com a cara dos bróculos à primeira, continue a servi-los.
Em vez disso: Se ele não quiser mesmo mais, não faça cenas: não insista e tire-lhe o prato. Cenas à mesa só servem para eles criarem uma péssima relação com a comida. Claro que depois não pode andar a comer bolachinhas até ao lanche, não é…

8 – Não o mande ir ler – Toda a gente quer um filho culto, até porque está cada vez mais provado que a boa compreensão geral e a capacidade de expressão está ligada à leitura. Mas se fizer disso uma tarefa, ele nunca vai gostar de pegar num livro. Não lhe pregue que importante que é ler, que ele nunca vai ser ninguém se não pegar num livro, e que ele devia era estar a ler em vez de estar especado ao computador.
Em vez disso: deixe que ele veja os pais a ler, os exemplos são mais eficazes que as palavras. Tenha livros espalhados pela casa, ofereça-lhe livros divertidos e relacionados com os interesses dele, leve-o à livraria de vez em quando e deixe que ele escolha, discuta com ele aquilo que ele leu.

9 – Não se esqueça das boas maneiras – Ficam muitas vezes para trás porque pensamos que é uma coisa antiquada, e porque muitas vezes os próprios adultos também não se lembram delas, e porque não estamos para nos chatear com uma ‘guerra’ secundária. Mas as ‘boas maneiras’ não são do tempo das nossas avozinhas, e também não significam ensinar-lhe a fazer a vénia aos mais velhos como no tempo da Jane Austen. Significa apenas habituá-los a perceber que não estão sozinhos no mundo. E que, além disso, a simpatia move montanhas… Uma criança simpática tem muito mais hipóteses de ser bem sucedida do que uma criança trombudinha com quem não apetece estar.
Em vez disso: Habitue-o a segurar na porta para os outros passarem, a não andar aos gritos e aos encontrões na rua, a dizer ‘se faz favor’ e ‘obrigado’. É tão simples como isso. Claro, tudo começa por ser delicada com ele próprio. Quantos pais batem à porta do quarto dos filhos antes de entrarem?

10 – Não eduque os filhos da mesma maneira – Claro que isto não significa ser uma megera para um e uma fada para o outro, mas crianças diferentes exigem educações diferentes, mesmo quando são irmãos. Há aqueles a quem tudo tem de ser muito explicadinho e os que funcionam com meia palavra, há os que precisam de muito colo e os que gostam de andar à solta, os que precisam de ser muito bem preparados e os que se adaptam facilmente. Também não tem de os levar a todos sempre juntos para todo o lado, e não tem de dar um presente a um lá porque deu a outro. O que importa é que as crianças não se sintam injustiçadas em relação aos irmãos.
Em vez disso: Adapte-se aos seus filhos e respeite a personalidade de cada um. Claro que respeitar a personalidade não quer dizer que os deixe andar por aí à solta sem orientação, mas não os force a serem todos iguais, e escusado será dizer, não compare…


Ler mais: http://activa.sapo.pt/criancas/criancas/2012/10/07/10-armadilhas-educativas-nao-caia-nelas#ixzz29gNwo7tw


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

E depois da escola? II

Nem só de aulas vive a agenda dos nossos filhos. As atividades extras são bem-vindas, mas com cautela. Eles precisam de ser crianças e de ter tempo para nada fazer. (cont.)


COMO PEIXES NA ÁGUA
A advogada Rita Cortes é na água que nada como peixe. Atleta de competição, estava ainda a tirar o curso de Direito quando começou a dar aulas de natação aos de palmo e meio. “A água ajuda a aumentar a força e a resistência muscular, e permite movimentos mais calmos e largos. E ensina as crianças a relacionarem-se com um meio diferente do ar e da terra, desenvolvendo a segurança e a autonomia, capacidades e limites.” Para não falar do prazer que oferece. E continua: “A água transmite uma sensação de leveza e de relaxamento.” Leciona nos Bombeiros do Estoril e avisa as mães de que podem começar quase à nascença. “Se não houver contra-indicações de ordem clínica, a partir dos 6 meses, podem iniciar a prática da natação. Quanto mais cedo, melhor se habituam ao meio aquático”, recomenda.

Quanto às idades, explica Rita Cortes, “são meramente indicativas. Muito depende do gosto da criança, aptidão e assiduidade”. O que nos leva à questão de saber qual deve ser a carga horária para as atividades extra.
“Com conta, peso e medida”, lembra Teresa Vasconcellos. “É crucial estar atento. Se o seu filho anda a adormecer pelos cantos, é melhor rever a carga horária!”, defende a psicóloga. E aconselha: “É importante não educar as crianças como futuros workaholics; cheias de atividades, sem tempo para nada. E são importantes atividades próximas da Natureza.”


CORPO E MENTE
O que nos aproxima da Natureza é o ioga. Joana Cadete andou por Espanha e pela Índia a especializar-se na prática. Agora dedica-se a crianças no estúdio de ioga da Ericeira e em setembro começa em Lisboa na Casa Vinyasa. O ioga “proporciona consciência da postura corporal, exercício, autoconhecimento e do universo, contribuindo para um ser humano mais consciente e com autoconfiança”. Receita para os dias que correm. Aos 5 anos já podem começar. “As posturas, os exercícios de respiração, as técnicas de meditação e de relaxamento têm graus de complexidade adaptados às faixas etárias”, explica Joana. O resto vem com o tempo. “Com a idade a criança desenvolve domínio sobre o corpo, sobre a respiração e também a capacidade de concentração, o que lhe permite escutar a mente e conhecer-se enquanto ser humano.” Já há estudos a comprová-lo. Se lá em casa tem um hiperativo, o ioga pode ser a solução. “O mais importante é aplicarem na escola e em casa as ferramentas dadas nas aulas de ioga”, aconselha Joana Cadete. “Através da meditação, a criança conhece-se e decide melhor. Aprende a estar em paz e de bem com os demais. Dorme melhor e obtém melhores resultados na escola”, corrobora a terapeuta Isabel Leal.


Por último, não se esqueça. “Os pais também são as atividades extracurriculares dos filhos”, lembra a psicóloga Teresa Vasconcellos. “Tenha momentos de disponibilidade plena, fora da azáfama. Um momento, único. De intimidade e partilha, descontração e riso.” São seus filhos.

Daqui.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

a boa vida sabe melhor quando ajudamos! - campanha de solidariedade.

A Raquel e o João são os Les Bons Vivantes.
Este ano tomaram uma iniciativa que merece todo o nosso apreço e divulgação.
Atentem, pois:



Se pretenderem saber algo mais, podem ir aqui e solicitar mais informações.
Vamos todos ajudar?

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

E depois da escola? I

Nem só de aulas vive a agenda dos nossos filhos. As atividades extras são bem-vindas, mas com cautela. Eles precisam de ser crianças e de ter tempo para nada fazer.




Que são essenciais ninguém questiona. “As atividades extracurriculares são importantes porque permitem que a criança expanda a sua individualidade e descubra os dons”, explica Isabel Leal, terapeuta de saúde infantil. Todos os modelos escolares de sucesso consideram-nas tão importantes como o plano escolar obrigatório. “É necessário estudar, exercitar a mente, mas também desenvolver disciplinas da expressão e do crescimento da alma. Só com este modelo a vida académica e pessoal cresce feliz e realizada”, explica a terapeuta.

Posição semelhante tem Teresa Vasconcellos, psicóloga clínica infantil. “Quando se fala em atividades extracurriculares é como pensar em dieta. Dieta equilibrada e equilibrante, com ênfase na variedade, mas pessoal, respeitando as características de cada criança.” É bom experimentar o sabor das diferentes práticas. “São como oportunidades que damos aos nossos filhos de fazerem o que gostam de fazer.” Mas também se deve arriscar. “Uma criança tímida na rua e que em casa é divertida pode beneficiar por estar num grupo de teatro pequeno”, aconselha a psicóloga.

Então que atividades escolher? A oferta é muita. Selecionámos algumas para poder decidir em família.

DANÇA COMIGO!
Bruno Cochat começou a dançar com 9 anos e estreou-se no São Carlos aos 13. Aos 18 começou a dar aulas de música e de expressão dramática no Conservatório Nacional em Lisboa. Sabe que o que ensina está mais próximo do coração. “Vejo jovens atores, músicos, bailarinos ou poetas, olhando-os nos olhos. É nos olhos que se encontra o talento, a paixão.” Nas aulas tem consciência que prender a atenção dos pequenos não é tarefa fácil. “Todos os jogos e exercícios são apresentados de forma lúdica, levando os alunos a descobrir per si como ultrapassar as propostas. O único material necessário para as aulas é o Eu”, explica. Bruno gosta particularmente de dar aulas a crianças a partir dos 6 anos, “quando começam os grandes questionamentos”. Talvez porque entenda o que lhes passa na cabeça. O professor vai agora dedicar também tempo aos mais crescidos. “No início do ano letivo inauguro um grupo para adolescentes a partir dos 13 anos, pois é a faixa etária para a qual existe um maior vazio de propostas.” Vai funcionar em horário pós-escolar no Conservatório Nacional, fica a sugestão.
BENEFÍCIOS DOS 0 AOS 12

. Autoestima
. Autoafirmação
. Poder pessoal
. Foco nos momentos de estudo
. Paz interior
. Saúde
. Sensibilidade musical
. Gestão de stress emocional
. Criatividade
. Realização
. Sociabilização
. Expressão verbal e corporal
. Disciplina
. Maturidade grupal

Kiki é o nome por que ficou conhecida nas aulas de balletna Oficina da Dança em Cascais que criou. Depois da licenciatura em Dança, Maria Isabel Roquette começou pelas crianças: “Apercebi-me da cumplicidade na nossa linguagem e do prazer que nos dá.” Reconhece que está a trabalhar com futuros adultos e que os pode tornar melhores. “É maravilhosa a responsabilidade que tenho com aqueles seres, que me seguem de olhos fechados durante 50 minutos, e como contribuo para o bem nas suas vidas”, conta com um brilho no olhar.
A professora de dança clássica divide por idades as pequenas, vestidas e penteadas a rigor, e chama-lhes fadas, sininhos, estrelas, luas, princesas e rainhas. Como se no mundo da fantasia tudo funcionasse melhor. Cada vez mais os especialistas contribuem para esta visão fantástica. “A criança fica mais preparada para o mundo e em adulta pode ter mais opções profissionais e de lazer”, explica a terapeuta Isabel Leal.
Kiki sabe que a dança, além de fazer bem ao corpo e à autoestima, obriga a mente a sincronizar-se com a música para depois equilibrar o emocional. “Liberta-nos de emoções. Distingui-las, senti-las e expô-las faz-nos mais maduros e conscientes de quem somos.” Até num plano maior, o de nos levar a transcender-nos. “Trabalharmos ao nível do imaginário faz com que as crianças sintam para lá do corpo, sonhem, voem, encarnem algo que as ultrapassa.”

MÃOS NA MASSA
Por acaso, ou não, foi num curso de autoconhecimento que Teresa Paço d’Arcos descobriu que era na transcendência e na fantasia que queria trabalhar. Criou a marca Fadas do Arco-Íris e dedica-se, através das artes plásticas, “a consciencializar as crianças para a responsabilidade em cuidar do planeta, a amarem-se a si e aos outros e a criarem um mundo melhor”, explica. 

Teresa aproveita a imaginação dos miúdos – “ainda intocada e, por isso mesmo, um reflexo da alma” – e em conjunto fazem coroas de príncipes e de princesas ou aviões de cartão. É um descobrir de novos mundos através da arte, combinando cores, texturas e materiais. “Nos meus ateliers, uso uma técnica que dá uma liberdade enorme em termos de misturas. Não há limites para a imaginação”, garante. “E o importante é divertirem-se a criar. De contrário, os trabalhos ficam sem alma”, o que acontece quando uma criança é obrigada à prática de atividades de que não gosta. “Não é por a mãe ter querido ser bailarina que deve levar a filha – contrariada – a sê-lo, ou por o pai achar que o ténis é importante  – apesar do filho preferir xadrez – que deve obrigá-lo a ter aulas! Não há atividades certas ou erradas. Há adaptadas ou impostas”, acredita a psicóloga Teresa Vasconcellos.

Daqui.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Mudança da Hora

Sempre que o calendário aponta uma nova mudança de hora, muitas são as pessoas a experimentar algum tipo de transtorno que afecta a sua dinâmica diária durante os primeiros dias após a transição.

Cansaço, dor de cabeça, desorientação, ansiedade, irritabilidade, indigestão, transtornos estomacais, insónias nocturnas e sonolência durante o dia são apenas alguns dos sintomas que perturbam muita gente em época de alteração de horários. 

Para os combater, a Albenture, empresa especializada na conciliação da vida pessoal e vida laboral, sugere:

- Durma bastante nos dias anteriores à alteração de horário.

- Deite-se uma hora antes do seu horário habitual uns dias antes da alteração.

- No dia da mudança de hora, levante-se quando o seu relógio marcar a hora habitual de despertar e saia à rua. Deixe que o sol indique ao seu corpo que já é de dia.

- Adapte o seu horário das refeições e de sono o mais rapidamente possível.

- Se costumava almoçar à uma da tarde, mantenha este hábito no novo horário. O mesmo se aplica na hora de se deitar.

- Se se sentir sonolenta, e se puder, considere a possibilidade de fazer uma breve sesta (menos de 30 minutos). Os efeitos reparadores da sesta são bem conhecidos.

- Evite a cafeína e outros estimulantes.

- Se tiver o hábito de praticar exercício, continue a praticá-lo. Se não for o seu caso, é uma boa altura para começar. 


A responsabilidade editorial desta informação é da revista

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